Assinado no âmbito da Convenção -Marco sobre mudanças climáticas da Organização das Nações Unidas, adoptada em 1992 por 189 dos 192 países Estados membros das Nações Unidas - é um compromisso de redução de emissões de gases de estufa assumido em 1997 por 35 países industrializados e a União Europeia.
Assinado em Kyoto, no Japão, o acordo entrou em vigor em Fevereiro de 2005 e impõe uma redução da emissão de seis gases que contribuem largamente para o aquecimento do planeta: o CO2 (gás carbónico ou dióxido de carbono); o CH4 (metano), o N20 (óxido nitroso), e outros três gases fluorados (HFC, PFC, SF6) – estes últimos encontrados em electrodomésticos tão comuns como os frigoríficos.
Para o período 2008-2012, actualmente previsto no Protocolo, estes 35 países, que representam um terço das emissões de gases de estufa, estão obrigados a reduzi-las em 5% por comparação a níveis de 1990. Os Estados Unidos, que libertam para a atmosfera cerca de um terço da restante poluição, e a Austrália, são os únicos dois países industrializados que não assinaram o Protocolo de Kyoto. A China, a Índia e O Brasil, três dos outros principais poluidores mundiais, não estão obrigados a cumprir as quotas de Kyoto pelo seu estatuto de países em desenvolvimento.
Assinado em Kyoto, no Japão, o acordo entrou em vigor em Fevereiro de 2005 e impõe uma redução da emissão de seis gases que contribuem largamente para o aquecimento do planeta: o CO2 (gás carbónico ou dióxido de carbono); o CH4 (metano), o N20 (óxido nitroso), e outros três gases fluorados (HFC, PFC, SF6) – estes últimos encontrados em electrodomésticos tão comuns como os frigoríficos.
Para o período 2008-2012, actualmente previsto no Protocolo, estes 35 países, que representam um terço das emissões de gases de estufa, estão obrigados a reduzi-las em 5% por comparação a níveis de 1990. Os Estados Unidos, que libertam para a atmosfera cerca de um terço da restante poluição, e a Austrália, são os únicos dois países industrializados que não assinaram o Protocolo de Kyoto. A China, a Índia e O Brasil, três dos outros principais poluidores mundiais, não estão obrigados a cumprir as quotas de Kyoto pelo seu estatuto de países em desenvolvimento.
2 comentários:
EUA e Australia são smp referenciados como países das boas maneiras. E q boa maneira a de não assinar um protocolo q beneficia o ambiente mas q prejudica os PIB's (de muitos bolsos tb...)
Vamos lá ver se a promessa do Obama é para manter. Na prática, com ou sem assinatura de protocolos que só isso não chega.
Aqueles países ditos como desenvolvidos, q são aqueles q mais poluem, ja conseguiram arranjar maneira de contornar este protocolo, dos quais eles própios fazem parte. Estes países aproveitam o facto de os países em desenvolvimento terem uma menor taxa de emissão de gases poluentes, e compram o que sobra das taxas que estao predefinidas a esses países, aumentando assim o numero de emissão de gases que podem emitir no seu território.
Acaba por ser engraçado como aqueles que se empenharam para a criaçao deste protocolo permitem uma situaçao com estas.
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