Futura geração Al Gore

No intuito de proceder à realização de um trabalho para a Área de Projecto, cujo tema principal é o Ambiente, decidimos tornar pública a discussão de várias alternativas amigas do ambiente. Como tal, agradecemos toda e qualquer contribuição dos internautas que queiram viabilizar este projecto e, quem sabe, abrir novos horizontes na descoberta de soluções para problemas tão flagrantes como o que aqui discutimos.

Para aqueles que iniciam a viagem agora e também para os outros que já a iniciaram, saudamo-vos “Geração Al Gore”: Apertem os cintos recicláveis e boa viagem!

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Carros alternativos

Desde sempre fomos abordados pelo aumento consecutivo do custo dos combustíveis. Como tal, foi necessário desenvolver uma alternativa de modo a evitar a utilização compulsiva dos mesmos. O avanço tecnológico permitiu a criação de carros híbridos, que apesar de ainda utilizarem combustíveis fosseis não dependem totalmente deles. Estes carros possuem dois motores, um eléctrico e um a gasolina que podem ou não trabalhar mutuamente.
A diminuição das emissões de gases é visível sendo favorável para o ambiente. Contudo estes carros são mais caros do que os carros convencionais, mas recuperação do investimento é garantida a médio prazo.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Em nome do Ambiente...

Perante o grande gasto energético das televisões plasma, a União Europeia está a preparar uma legislação que pretende fixar metas de desempenho para os televisores. Com esta lei impedir-se-á que os aparelhos consumam demasiada energia e emitam grandes quantidades de dióxido de carbono na atmosfera.
Assim, serão favorecidos modelos de televisores como LCD por serem energeticamente mais eficientes. Por outro lado, modelos plasma certamente deixaram de ser comercializados, pelo menos em tão larga escala. Esta lei propõe também, à semelhança do que já existe com determinados produtos, rotular os televisores com um sistema de identificação energética.

Portugal no futuro

Todos os dias ouvimos notícias relativamente ao ambiente e a toda a polémica que está a ser gerada em torno do tema. Estados Unidos, China, Austrália...todas as grandes potências mundiais são referidas constantemente quer nos media quer em livros. Mas o comum dos mortais, perante estes nomes pomposos, pode cair no erro ao pensar que os efeitos das alterações climáticas irão passar ao largo do nosso país. Engana-se! Apesar de se encontrar na cauda da Europa, nos últimos lugares de muitas tabelas estatísticas, Portugal irá ser afectado por estas mudanças se nada fizermos para o evitar. Assim, como meio de divulgação, aventuramo-nos a enfrentar alguns riscos:
Secas prolongadas alternadas com episódios de precipitação intensa (com inundações severas);
Deterioração da qualidade da água em algumas regiões;
Maior risco de incêndios incontroláveis;
Desertificação do Alentejo com o desaparecimento das espécies vegetais tradicionais;
Aparecimento de malária e de outras doenças tropicais;
Desaparecimento de florestas e dos recursos económicos e naturais que elas representam;
Em 2080 algumas zonas do país poderão ter 4 meses por ano com temperaturas iguais ou superiores a 35ºC, o que trará problemas abismais ao nível da saúde e do turismo;
Pressão de migrações em massa das populações que perdem o seu modo de vida nas regiões de África mais afectadas e procuram refúgio na Europa.
Surpreendidos? Mesmo que ainda estejam cépticos relativamente a esta verdade inconveniente, o melhor a fazer é dar o benefício da dúvida e começar a ter pequenos gestos amigos do ambiente.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Casas inteligentes também são ecológicas

De certa forma uma casa ecológica é também uma casa inteligente na medida em que aplica conceitos futuristas para a utilização correcta, por exemplo, da energia em todas as divisões da casa.
Aplicam-se já várias estratégias para este objectivo tais como: monitorização de energia através de sistemas automatizados que estão programados de acordo com a preferência do seu utilizador para racionar melhor a iluminação e a climatização ao longo do dia.
Por outro lado, uma casa inteligente também utiliza fontes de energia renováveis para a produção da energia necessária para as diferentes tarefas domésticas. É neste ponto que se incluem: os painéis fotovoltaicos (que transformam a energia solar em eléctrica); os colectores solares (que convertem a energia solar em térmica) permitindo poupar até 70% da energia que se precisa para o aquecimento da água; sistemas de aquecimento a biomassa que aproveitam as potencialidades da matéria orgânica; e micro-turbinas ecológicas que utilizam a energia do vento de forma a diminuir o consumo de electricidade de 50% a 90%. O conceito de casa inteligente ou futurista aplica estes princípios ecológicos por culpa da contínua poluição e uso abusivo dos recursos naturais pela mão do Homem que vêm a ser alvo de atenção nos últimos tempos. Para além de termos casas tecnologicamente evoluídas temos de pensar também em começar a corrigir os erros do passado na aliança Homem/Natureza.
adaptado da revista "Iris" n.º 1, 2008 ,pág. 23