Futura geração Al Gore

No intuito de proceder à realização de um trabalho para a Área de Projecto, cujo tema principal é o Ambiente, decidimos tornar pública a discussão de várias alternativas amigas do ambiente. Como tal, agradecemos toda e qualquer contribuição dos internautas que queiram viabilizar este projecto e, quem sabe, abrir novos horizontes na descoberta de soluções para problemas tão flagrantes como o que aqui discutimos.

Para aqueles que iniciam a viagem agora e também para os outros que já a iniciaram, saudamo-vos “Geração Al Gore”: Apertem os cintos recicláveis e boa viagem!

sexta-feira, 24 de julho de 2009

HP Inova

A prestigiada marca de computadores “ HP” desenvolveu um programa, denominado de “Power to change”, que permite a diminuição dos gastos de energia do computador, ajudando assim a tornar a Terra um planeta verde.
O programa indica-nos o nível de poluição atingido ao manter o computador ligado e relembra-nos para o desligarmos quando não o estamos a utilizar.
Neste momento, existem 19332 pessoas que já instalaram o “Power to Change” e estão a ajudar o Ambiente, agora é a sua vez de se juntar a este movimento.

Para mais informações: http://www.hp.com/powertochange

Unidos conseguimos salvar a Terra e ela agradece.


segunda-feira, 29 de junho de 2009


Desde a criação da Geração Al Gore temos questionado os visitantes do blog sobre a acção da Humanidade na protecção ambiental.
Após alguns meses podemos fazer um balanço sobre as opiniões dos cibernautas, e concluir que 52% dos visitantes acha que a humanidade não está a trabalhar para proteger o ambiente, 16% acha que sim e 32% defende que talvez a população esteja a fazer algo para ajudar a natureza.
A Geração Al Gore agradece o seu contributo na sondagem.

Está na hora de agir

Durante muitos anos vivemos confiantes que o mundo era nosso, que nós decidíamos sobre o que estava mal ou bem. Muitas das escolhas que fizemos levaram-nos por caminhos fáceis, mas que agora deixam a nossa vida mais complicada.
Destruímos o equilíbrio ambiental, criámos morte, originamos destruição, … agora resta-nos unir forças e lutar para evitar o colapso do planeta. A Geração Al Gore continua no activo e implora-vos, mais uma vez, para que pensem um pouco no vosso futuro e assumam uma posição para que este possa ser verde.

Porque o futuro é de todos …

terça-feira, 21 de abril de 2009

DIA DA TERRA

22 de Abril é o dia em que celebramos a Terra. Este dia foi criado pelo Senador Gaylord Nelson em 1970. Foi neste dia que se iniciou a luta contra a poluição permitindo criar, nos Estados Unidos, a Agência de Protecção Ambiental (EPA). O Dia da Terra foi adoptado pela população mundial em 1990.
A luta pelo AMBIENTE existe desde sempre e não custa nada contribuir. Imploramos que consciencialize os seus actos ambientais e ajude nesta luta por uma Natureza melhor. Vá a http://www.earthday.net/e torne publico o seu acto verde.
A "National Geographic Channel" celebra o dia com 24 horas de documentários sobre a preservação e conservação do Planeta.

quinta-feira, 19 de março de 2009

Juntos pela Terra - Earth Hour 2009


A Humanidade vai unir-se no combate as alterações climáticas, seja inteligente e junte-se a esta causa. Entre as 20H30 e as 21H30, da noite de 28 de Março apague as luzes de sua casa e alie-se ao movimento Hora do Planeta 2009.
São inúmeras as cidades que apoiam este movimento, entre as quais Lisboa, Cidade do Cabo, Chicago, Copenhaga, Dubai, Hong Kong, Istambul, Las Vegas, Londres, Los Angeles, Manila, Cidade do México, Moscovo, Nashville, Oslo, Roma, San Francisco, Singapura, Sydney, Toronto e Varsóvia, etc.
Lisboa adere ao movimento desligando as luzes do Cristo-Rei, da Ponte 25 de Abril, do Palácio de Belém, do Mosteiro dos Jerónimos, da Torre de Belém, do Padrão das Descobertas, do Castelo de São Jorge, dos Paços do Concelho e do Museu da Electricidade deixando-os iluminados apenas pela lua.

terça-feira, 17 de março de 2009

Mitos e factos Eólicos

1º Mito: Parques eólicos não reduzem as emissões de gases de efeito de estufa

Facto: Cada MWh produzido evita a produção de 1 tonelada de gases de efeito de estufa, alem de que uma turbina eólica de 2 megawatt reduz emissões de 6000 toneladas destes gases por ano;

2º Mito: Reduzir a quantidade de energia produzida por uma central de carvão, reduz a sua eficiência e provoca mais gases de efeito de estufa

Facto: A verdade é que estas estações podem reduzir as suas produções cerca de 20% afectando minimamente a sua eficiência.

3º Mito: Gasta-se mais energia para construir as turbinas eólicos do que aquela que é gerada por elas.

Facto: A energia gaste é totalmente recuperada pela quantidade gerada

4ª Mito: Os Parques eólicos não são credíveis

Facto: O gerador implementado na turbina armazena energia existindo sempre alguma reservada para uma eventual emergência. A previsão da velocidade do vento associada a uma boa localização da turbina, permite a obtenção de bons rendimentos energéticos.

5º Mito: Os parques eólicos provocam instabilidade nas redes eléctricas

Facto: O alargamento da rede eólica associada ao melhoramente da “previsão do vento” ajudarão a indústria eólica a disponibilizar mais energia na rede pública.

6º Mito: Parques eólicos não geram muita energia

Facto: No fim de 2005 existia uma capacidade energética de 59000 MW. A energia eólica tem ganho força por todo o mundo já tendo sido implementada em países como a China, Índia, Canada, em países europeus, entre outros. As turbinas eólicas conseguem actualmente converter 50% na energia gerada em electricidade, estando ainda em processos de evolução.

7ª Mito: As turbinas eólicas têm baixo ou nulo rendimento no tempo quente.

Facto: Informações provenientes das estações meteorológicas em várias locais mostram que a velocidade do vento é maior nas tardes de Verão do que nas manhãs.

8º Mito: Parques eólicos são caros e requerem financiamento do governo

Facto: A energia eólica não tem gastos ou riscos no fornecimento de petróleo, possui baixos custos de manutenção e não produz gases de efeito de estufa pelo que é uma fonte segura e competitiva de energia. Os governos apoiam qualquer investimento na área das energias renováveis.

9º Mito: Parques eólicos não criam postos de trabalho e não beneficiam a comunidade.

Facto: Globalmente, o sector eólicos já empregou 235000 pessoas, a maioria delas em cargos altamente qualificados.

10º Mito: Parques eólicos são barulhentos.

Facto: Apesar de as turbinas produzirem algum ruído, é possível conversar debaixo duma sem ter de elevar o tom de voz.

11º Mito: As turbinas eólicas afectam os ecossistemas, dizimando um grande numero de aves.

Facto: Durante a última década, conclui-se que os parques eólicos e a vida selvagem conseguem coexistir com sucesso. O impacto destas estruturas na vida selvagem é mínimo.

12º Mito: Os parques eólicos podem desencadear fogos

Facto: Tendo em conta que as ligações de alta voltagem e que os componentes inflamáveis estão debaixo da solo, o risco de ocorrência de fogo é muito reduzido.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

13 Razões para dizer NÃO à Energia Nuclear em Portugal

  1. A energia nuclear não resolve o problema das mudanças climáticas, pois não é uma energia limpa em termos de emissões de gases de efeito de estufa.
  2. Os valores de consumo de energia eléctrica em Portugal são superiores aos que realmente seriam necessários. Assim, se nos preocuparmos em não desperdiçar tanta energia, os gastos energéticos seriam reduzidos e a energia nuclear desnecessária.
  3. Portugal dispõe de condições climáticas favoráveis à implementação de energias renováveis, conseguindo, então, fazer face às suas necessidades energéticas. Para além disso, a energia nuclear não gera tantos empregos como a solar e eólica.
  4. A resolução dos problemas energéticos em Portugal não passa pela instalação de uma central nuclear, porque a energia nuclear pode apenas produzir electricidade, que só representa cerca de 20% do consumo total de energia do país.
  5. A energia nuclear tem elevados custos que não são amortizados pela procura.
  6. Apresenta elevados riscos na sua manutenção e transporte. Esta opção não apresenta vantagens a nível ambiental.
  7. A construção de centrais nucleares implica a importação de materiais, o que provoca dispêndio de energia e degradação ambiental.
  8. A Europa está a tentar resolver os problemas ambientais não enveredando pela energia nuclear. Portugal como país pertencente à União Europeia não deverá contradizer esta tendência.
  9. Não é um desenvolvimento sustentável pois os resíduos apresentam um período de degradação muito longo, comprometendo as gerações futuras.
  10. A possível construção de uma central nuclear visa resolver problemas ambientais de agora, o que não se irá verificar visto que a sua execução dura entre 10 a 15 anos.
  11. Ainda não se tem conhecimento total das consequências trazidas pela energia nuclear.
  12. As centrais nucleares são vistas como uma potencial arma, pois podem tornar-se um alvo de ataque à segurança do país, causando uma verdadeira catástrofe ambiental, social e económica. Deste modo, a construção de uma central nuclear gera instabilidade geopolítica.
  13. Seria difícil escolher um local para uma central nuclear em Portugal, tendo em vista a disponibilidade de água e a segurança a nível, por exemplo, sísmica.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

Carros alternativos

Desde sempre fomos abordados pelo aumento consecutivo do custo dos combustíveis. Como tal, foi necessário desenvolver uma alternativa de modo a evitar a utilização compulsiva dos mesmos. O avanço tecnológico permitiu a criação de carros híbridos, que apesar de ainda utilizarem combustíveis fosseis não dependem totalmente deles. Estes carros possuem dois motores, um eléctrico e um a gasolina que podem ou não trabalhar mutuamente.
A diminuição das emissões de gases é visível sendo favorável para o ambiente. Contudo estes carros são mais caros do que os carros convencionais, mas recuperação do investimento é garantida a médio prazo.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

Em nome do Ambiente...

Perante o grande gasto energético das televisões plasma, a União Europeia está a preparar uma legislação que pretende fixar metas de desempenho para os televisores. Com esta lei impedir-se-á que os aparelhos consumam demasiada energia e emitam grandes quantidades de dióxido de carbono na atmosfera.
Assim, serão favorecidos modelos de televisores como LCD por serem energeticamente mais eficientes. Por outro lado, modelos plasma certamente deixaram de ser comercializados, pelo menos em tão larga escala. Esta lei propõe também, à semelhança do que já existe com determinados produtos, rotular os televisores com um sistema de identificação energética.

Portugal no futuro

Todos os dias ouvimos notícias relativamente ao ambiente e a toda a polémica que está a ser gerada em torno do tema. Estados Unidos, China, Austrália...todas as grandes potências mundiais são referidas constantemente quer nos media quer em livros. Mas o comum dos mortais, perante estes nomes pomposos, pode cair no erro ao pensar que os efeitos das alterações climáticas irão passar ao largo do nosso país. Engana-se! Apesar de se encontrar na cauda da Europa, nos últimos lugares de muitas tabelas estatísticas, Portugal irá ser afectado por estas mudanças se nada fizermos para o evitar. Assim, como meio de divulgação, aventuramo-nos a enfrentar alguns riscos:
Secas prolongadas alternadas com episódios de precipitação intensa (com inundações severas);
Deterioração da qualidade da água em algumas regiões;
Maior risco de incêndios incontroláveis;
Desertificação do Alentejo com o desaparecimento das espécies vegetais tradicionais;
Aparecimento de malária e de outras doenças tropicais;
Desaparecimento de florestas e dos recursos económicos e naturais que elas representam;
Em 2080 algumas zonas do país poderão ter 4 meses por ano com temperaturas iguais ou superiores a 35ºC, o que trará problemas abismais ao nível da saúde e do turismo;
Pressão de migrações em massa das populações que perdem o seu modo de vida nas regiões de África mais afectadas e procuram refúgio na Europa.
Surpreendidos? Mesmo que ainda estejam cépticos relativamente a esta verdade inconveniente, o melhor a fazer é dar o benefício da dúvida e começar a ter pequenos gestos amigos do ambiente.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Casas inteligentes também são ecológicas

De certa forma uma casa ecológica é também uma casa inteligente na medida em que aplica conceitos futuristas para a utilização correcta, por exemplo, da energia em todas as divisões da casa.
Aplicam-se já várias estratégias para este objectivo tais como: monitorização de energia através de sistemas automatizados que estão programados de acordo com a preferência do seu utilizador para racionar melhor a iluminação e a climatização ao longo do dia.
Por outro lado, uma casa inteligente também utiliza fontes de energia renováveis para a produção da energia necessária para as diferentes tarefas domésticas. É neste ponto que se incluem: os painéis fotovoltaicos (que transformam a energia solar em eléctrica); os colectores solares (que convertem a energia solar em térmica) permitindo poupar até 70% da energia que se precisa para o aquecimento da água; sistemas de aquecimento a biomassa que aproveitam as potencialidades da matéria orgânica; e micro-turbinas ecológicas que utilizam a energia do vento de forma a diminuir o consumo de electricidade de 50% a 90%. O conceito de casa inteligente ou futurista aplica estes princípios ecológicos por culpa da contínua poluição e uso abusivo dos recursos naturais pela mão do Homem que vêm a ser alvo de atenção nos últimos tempos. Para além de termos casas tecnologicamente evoluídas temos de pensar também em começar a corrigir os erros do passado na aliança Homem/Natureza.
adaptado da revista "Iris" n.º 1, 2008 ,pág. 23